Acne Neonatal

A acne neonatal é um problema bem comum, e muitas mães não sabem o que fazer. (Foto: Divulgação)

A acne neonatal é um problema bem comum, e muitas mães não sabem o que fazer. (Foto: Divulgação)

Muitos imaginam que não, mas os bebês também podem apresentar acne, é a chamada Acne Neonatal. A presença de cravos e espinhas é o que caracteriza o problema, o que deixa muitas mães desesperadas.

Muitas tentam espremer, outras passam pomadas, mas sem buscar a informação ideal. O uso de alguns produtos podem piorar a situação da acne, em vista que a pele do bebê é mais delicada e mais sensível do que a nossa. O que a mãe pode fazer é ter cuidado com sua alimentação que podem ocasionar em alterações hormonais do bebê, o que normalmente causa a acne.

Para saber mais informações sobre esse problema que afeta não só os adultos e adolescentes, mas também os bebês, saiba o que causa e como tratar a acne neonatal.

Acne Neonatal: Causas e como tratar

A Acne Neonatal é causada por alterações hormonais no corpo do bebê, que derivam da gestação e da amamentação.

Não se deve espremer os cravos e as espinhas do bebê para que não fiquem marcas. À medida que as lesões vão desaparecendo a pele regenera-se completamente, não ficando nenhuma cicatriz.

Na maior parte das vezes, a acne neonatal, não necessita de tratamento. Mas casos mais graves podem beneficiar-se do uso de uma loção de peróxido de benzoíla a 2.5% ou de eritromicina a 2%, que devem ser aplicadas diariamente no rosto do bebê.

Teste do Pezinho

O teste do pezinho é essencial para detectar possíveis problemas com a saúde do bebê. (Foto: Divulgação)

O teste do pezinho é essencial para detectar possíveis problemas com a saúde do bebê. (Foto: Divulgação)

Quando um bebê nasce, exames de rotina são feitos para verificar a presença de doenças, para poder entrar com medidas preventivas e tratamentos específicos. O exame laboratorial mais comum é o teste do pezinho, chamado também de triagem neonatal, detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas.

Essas doenças poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê. Falemos numa linguagem mais simples. O exame recebe esse nome, pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebê.  O exame do pezinho é essencial para o desenvolvimento da saúde do seu bebê.

Teste do Pezinho: Dicas e como fazer

Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. O exame também é feito em laboratórios. O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro e levadas para serem analisadas.

Dicas para o Teste do Pezinho

  • Não esqueça de buscar o resultado. Qualquer alteração no resultado, leve para o pediatra examinar.
  • Não se preocupe se tiver que repetir o exame. O teste do pezinho exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade ou quando o teste é realizado antes de 48 horas de vida.
  • Um resultado normal, mesmo no teste ampliado, não afasta a possibilidade de outras doenças neurológicas genéticas ou adquiridas. O teste não diagnostica, por exemplo, a síndrome de Down.

Trocar borrachinha do aparelho em casa prejudica tratamento

Borrachinha aparelho

As borrachinhas possuem papel fundamental no tratamento através do uso de aparelho, e muitos não sabem. (Foto: Divulgação)

Ninguém gosta de ter que usar aparelho. Embora alguns adolescentes sintam vontade de usar, ao colocar, percebe que não é nada agradável fazer esse tratamento para que os dentes fiquem em sua posição correta, garantindo um bom visual bucal. Mas, um grande erro cometido por adolescentes e adultos, é trocar a borrachinha em casa, sem imaginar que trocar borrachinha do aparelho em casa prejudica o tratamento.

As borrachinhas do aparelho servem de atrativo para que as crianças e adolescentes possam usar o aparelho com maior facilidade, dando sequência a um tratamento dentário adequado. Normalmente, se escolhe a cor das borrachinhas, o que facilita na hora de usar, deixando crianças e adolescentes mais tranquilos.

As borrachinhas possuem papel fundamental no tratamento através do uso de aparelho, e muitos não sabem. Grande parte acha que as borrachinhas fazem parte apenas de uma parte estética, e acabam tentando troca-las em casa e causando graves danos aos dentes.

Trocar borrachinha do aparelho em casa prejudica tratamento

O papel das borrachinhas é segurar o arco ortodôntico aos braquetes, que são aqueles pequenos quadradinhos colados em cada dente. “Para que ocorra a movimentação dos dentes é necessário o arco ortodôntico, um fio metálico que é encaixado nos braquetes e preso por meio de ligaduras elásticas, chamadas popularmente de borrachinhas”, explica a cirurgiã-dentista, Thaís Prata Luz, especialista em ortodontia.

As borrachinhas devem ser trocadas mensalmente, tempo necessário para que o organismo responda a ativação ortodôntica realizada na última consulta. Para evitar problemas no tratamento, o recomendado é fazer a troca apenas no consultório. “O paciente pode danificar o aparelho e alterar a pressão exercida pela borrachinha, o que pode causar danos irreversíveis aos dentes”, diz a profissional.

Criança amamentada no seio tem menos risco de usar aparelho

Amamentação aparelho

O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da articulação temporomandibular (ATM), dos maxilares e da mordida da criança. (Foto: Divulgação)

Muitas pessoas não sabem, mas o não aleitamento materno pode contribuir para o aparecimento de diversos problemas, entre eles o uso de aparelho. É isso mesmo! Uma criança amamentada no seio tem menos risco de usar aparelho.

Embora pareça besteira, não é. O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento da articulação temporomandibular (ATM), dos maxilares e da mordida da criança. Para sugar o peito da mãe, o bebê realiza entre 2000 e 3500 movimentos de mandíbula. Com o uso da mamadeira, ocorrem apenas de 1500 a 2000 movimentos.

Além de prevenir esse problema tão comum, o aleitamento materno também previne milhares de problemas que afetam crianças em relação a um bom funcionamento do organismo, em sua imunidade e outras propriedades do corpo.

Criança amamentada no seio tem menos risco de usar aparelho

Uma criança que é amamentada exclusivamente no peito, sem uso de chupeta e mamadeira durante os seis primeiros meses de vida e, ao ser introduzida a alimentação complementar, usa apenas o copo para tomar líquidos, teve o estímulo ideal para o crescimento da face. “Essa criança só precisará usar aparelho caso haja outras interferências ou uma herança genética que levem a mal posicionamento dentais, por exemplo”, afirma Rosana Possobon, coordenadora do Centro de Pesquisa e Atendimento Odontológico para Pacientes Especiais (Cepae) da Faculdade de Odontologia da Unicamp.

“Essa criança só precisará usar aparelho caso haja outras interferências ou uma herança genética que levem a mal posicionamento dentais, por exemplo”, afirma ela.

A amamentação natural também exercita os músculos da língua, pelo movimento de ordenha que a criança faz para extrair o leite. Este movimento auxilia o fortalecimento adequado deste órgão.

Cirurgia de adenóide e amigdalas

Cirurgia de adenoide e amigdalas

As amídalas e adenóides podem ser alvos constantes de inflamações, sendo indicada a cirurgia. (Foto: Divulgação)

Dentre todas as cirurgias que são realizadas, a retirada de amídalas e adenóides são as mais realizadas em crianças em todo mundo. Embora tenha havido uma grande evolução dos antibióticos, e muitos casos se resolvam com a ingestão de medicamentos, a cirurgia de adenóide e amigdalas ainda é bem comum.

As amídalas ficam na parte de trás da boca, perto da garganta, e são visíveis quando se abre a boca. Já as adenóides ficam na parte de trás do nariz e do palato mole, não sendo visíveis quando se abre a boca. Essas duas partes do corpo fazem parte do sistema imunológico do nosso organismo. Sabe-se que essas duas partes do corpo são importantes nos primeiros anos de vida da criança. Porém, depois o corpo pode iniciar o combate às doenças de outras maneiras, mesmo sem amídalas e adenóides.

Como ficam perto das duas grandes portas de entradas de “corpos estranhos”, como vírus e bactérias, as amídalas e adenóides podem ser alvos constantes de inflamações, aumentando de tamanho, atrapalhando na hora de comer e respirar.

Cirurgia de adenóide e amigdalas

Quando as inflamações das amídalas são constantes podem provocar dificuldade de engolir, diminuição do apetite, febre, dor de garganta e mal-estar geral. Já as infecções ou hipertrofia constante da adenóide podem provocar respiração pela boca e conseqüente alteração do desenvolvimento crânio-facial (arcada dentária e músculos faciais), respiração ruidosa, ronco, apnéia (parada da respiração durante o sono), voz anasalada, infecções de ouvido e secreção nasal constante.

Tudo isso provoca problemas e podem levar à complicações mais graves. Por isso, a cirurgia de retirada é muitas vezes indicada ainda quando criança, afim de evitar todos e quaisquer futuros problemas.