Colar de Ambar

Benefício ou perigo? Saiba mais sobre o Colar de Ambar usado muito em bebês. (Foto: Divulgação)
Benefício ou perigo? Saiba mais sobre o Colar de Ambar usado muito em bebês. (Foto: Divulgação)

Mãe que é mãe faz de tudo para ver o seu filho bem. A preocupação com doenças, infecções e outras enfermidades é muito grande, o que faz com que mulheres tomem medidas diferenciadas no intuito de prevenir tudo isso. O Colar de Ambar tem sido colocado muito em pauta, após a modelo Gisele Bundchen mostrar que é adepta e que sua filha usa.

O colar de Ambar é feito com pedras de resina cristalizadas,  é rico em ácido succínico que, por sua vez, em grandes doses, é um poderoso relaxante neuromuscular. Em pequenas quantidades, o âmbar tem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. Por essa razão, muitas mães acreditam ser um colar preventivo para seus filhos.

Nunca ouviu falar do colar? Então, saiba aqui mais sobre esse dito popular que é tão conhecido, mas que ainda é bem discutido. Saiba mais sobre o Colar de Ambar.

Colar de Ambar: Saiba tudo sobre ele

De acordo com o cirurgião dentista Rogério Pavan, especialista quando os assuntos são dente de leite e primeira dentição da criança, não há registros científicos de que o colar tenha efeito terapêutico, mas o dito popular não diz o mesmo. “O verdadeiro âmbar do báltico, região onde a resina tem alta concentração de ácido succínico, é usado pela indústria farmacêutica. Em forma de colar, como as pedrinhas no pescoço, não temos registros científicos, mas o dito popular aponta que funciona”, explica.

Muitas mães apontam o colar como algo bem eficaz, embora o uso não seja muito recomendado pelos médicos. Para Rogério, o colar é perigoso e requer supervisão o tempo todo. “É como o buraco da tomada. Você pode deixar a criança na sala supervisionando se ela não vai colocar o dedo ali, ou pode colocar um protetor na tomada. Não usar o colar é como colocar o protetor”, justifica o dentista.

“Jamais deixe o bebê sozinho com o colar e muito menos deixe o acessório com ele na hora de dormir”, alerta Rogério, lembrando que há o risco de o bebê morder e engolir algum pedaço da resina. “Do ponto de vista médico não há nenhuma situação de infecção para o bebê se houver ingestão, mas é bom levar a criança ao médico para acompanhar se haverá alguma reação do corpo, como alergia, ou algo diferente”, finaliza o especialista.

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